Simpósio em Barretos discute cuidados paliativos e assistência humanizada

Abertura do Evento

No dia 8 de outubro de 2026, ocorreu a abertura do IV Simpósio de Cuidados Paliativos do Hospital de Amor, localizado em Barretos, São Paulo. O evento contou com a presença do primeiro-tesoureiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), James dos Santos, e da vice-presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), Ana Paula Guarnieri. O simpósio reúne profissionais da saúde com o objetivo de discutir práticas assistenciais, compartilhar evidências científicas e elaborar estratégias para aprimorar o cuidado a pacientes que enfrentam doenças graves e ameaçadoras à vida.

Importância dos Cuidados Paliativos

Durante o simpósio, a programação foi elaborada para desmistificar os cuidados paliativos, ressaltando a importância de uma assistência que priorize o alívio da dor, além de promover suporte físico, emocional, social e espiritual para os pacientes e seus familiares. Segundo James dos Santos, “os cuidados paliativos reforçam a importância de uma assistência que respeite a dignidade humana e considere todas as necessidades do paciente”. A atuação multiprofissional é essencial, buscando prevenir e aliviar o sofrimento, respeitando a dignidade e as necessidades de cada indivíduo.



Além disso, Ana Paula Guarnieri destacou que a qualificação dos profissionais é fundamental para fortalecer essa abordagem de cuidado. “Cuidar também significa oferecer conforto, escuta e acolhimento, respeitando as escolhas de cada pessoa”, afirmou. A contribuição da enfermagem nesse contexto é indispensável para a criação de uma assistência ética e humanizada.

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Contribuição da Enfermagem

A enfermagem desempenha um papel crucial nos cuidados paliativos, efetivando ações que buscam o alívio do sofrimento e o acolhimento das famílias durante momentos difíceis. Profissionais desse setor estão na linha de frente, lidando diretamente com as necessidades dos pacientes e oferecendo suporte essencial em todas as fases do tratamento. A formação continuada e a especialização são partes importantes para garantir que esses profissionais estejam preparados para lidar com os desafios que surgem nesse tipo de cuidado, assegurando uma abordagem que coloque a dignidade do paciente em primeiro lugar.

Os cuidados paliativos não devem ser confundidos como uma modalidade restrita à fase final da vida; eles podem e devem ser aplicados desde o diagnóstico de doenças graves, proporcionando qualidade de vida e conforto aos pacientes e seus familiares ao longo de toda a jornada de tratamento.



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